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Livro: Um Amor de Detetive

Sinopse: Neste divertido romance de estréia de Sarah Mason, Um amor de detetive, os opostos se encontram e – como não poderia deixar de ser -, também se atraem. A bela Holly Colshannon é uma ambiciosa e desastrada jornalista da Bristol Gazette. James Sabine (apenas um pouco mais bonito que ela), é um sargento-detetive durão, grosseiro e ressentido. Levados pelo acaso , eles se encontram diversas vezes por conta de uma série de conicidências bastante oportunas. Rapidamente, a determinada Holly vê em James a grande chance de progredir em sua carreira e decide segui-lo por um período de seis semanas a fim de escrever uma coluna crimina, que poderá vir a ser o seu primeiro sucesso jornalístico. O lado positivo da situação é que ela consegue obter a tão sonhada coluna O lado negativo é que o bonitão não está nem um pouco feliz com a presença constante de Hally em sua vida.
Para Adquirir: | SUBMARINO | SARAIVA |
Editora: Editora Bertrand Brasil | Páginas: 336

Esse foi o tipo de livro que fez eu começar a ler pelo ‘cansaço’. Depois de tanto ler elogios pelos blogs, resolvi separá-lo e de alguma forma eu fui ler agora.

Quando comecei a leitura (eu gosto que os autores me ganhem logo na 1ª página), algumas críticas já estavam perturbando minha cabeça. Mas eu acabei tendo paciência e ‘pagando para ver’. O início e até quase o meio do livro ele vai apresentando Holly, sua amiga, seu namorado, chefe, conhecidos etc, e vai tendo o desenrolar da história do detetive. O meu problema foi que havia esquecido do que se tratava o livro (ah ah ah como eu sou lerda algumas vezes), e fiquei presa apenas ao título. Não conseguia entender afinal o motivo do título, se na minha cabeça não parecia que isso poderia acontecer. E eu com o pensamento ‘lá na frente’, fiquei desenvolvendo uma conspiração na minha cabeça. E vários pontos de ?, e para mim o James acabaria sendo algum tipo de bandido. É só sei que viajei na maionese…

Enfim temos a história mais interessante, e na medida que vai aprofundando vai ficando muito engraçada. A Holly é louca varrida! E eu amei isso ah ah ah ah. Lembrei da Emma (O Segredo de Emma Corrigan) que era outra que fez eu rir horrores. A finalização dos roubos foi até meio previsível, mas a história de Holly era uma icógnita para mim. Não tinha idéia como iam conseguir finalizar o rolo dela com o James. E assim vai prorrogando até praticamente o fim. O suspense necessário, junto com o toque de drama, comédia e romance, receita de sucesso de um livro para mim.

Nesse final eu estava em um metrô super lotado, sem nem conseguir me segurar, e eu ficava toda hora parando a leitura (sem querer fazer isso), mas esse esforço era para eu não cair na gargalhada ou aos prantos de choro, e as pessoas próximas não acharem que eu merecesse alguma internação. Com o coração na boca leio o final perfeito (apesar do ‘finalmente’ ser meio corrido), e fiquei maravilhada com esse livro.

Fiquei super satisfeita com ele e entendo perfeitamente a bajulação ah ah ah. James e Holly são apaixonantes, e ainda estou flutuando e vendo estrelas rs. E vou providenciar a leitura do próximo da autora. E quem ainda não leu, não perde mais tempo, né? (Já comentei com a minha mãe que ela precisa ler também! Ela adora esses tipos de livros)

ps: Não dei a nota máxima, devido ao início que deixa um pouco a desejar rs.

Livro: A Princesa Leal

Na verdade já estou no 3º livro (A Herança de Ana Bolena), e ainda não havia enviado a resenha de nenhum para o blog. Tentarei fazer isso o mais rápido possível, e começando hoje com A Princesa Leal.

Sinopse: No imaginário popular, Catarina de Aragão é vista como a rainha desprezada por Henrique VIII, a nobre trocada por Ana Bolena, plebéia da corte dos Tudor. Philippa Gregory, autora de A irmã de Ana Bolena, recria a infância e a juventude da infanta de Espanha. Criada no palácio de Alhambra, em Granada, Catarina fora prometida aos três anos de idade a Artur, príncipe de Gales. No entanto, a morte prematura do jovem após o casamento, fez com que Catarina se unisse a Henrique VIII, irmão mais novo de Artur. A partir de um dos episódios mais singulares da história inglesa, Phillipa Gregory nos oferece uma romance delicioso.
Para Adquirir: SUBMARINO | SARAIVA
Editora Record | Páginas: 448
Desde que comecei a assistir a série The Tudors, meu interesse pela história dos reis e rainhas da Inglaterra superou o que se pode considerar sadio. Quando descobri a existência dos livros de Philippa Gregory tentei adquirir o mais rápido que fosse possível. Fiquei meio assustada com o preço nada camarada deles (dependendo da livraria podia variar de R$ 40,00 e R$ 63,00), mas o formato e a beleza (e o conteúdo) compensa. E são livros extensos, com mais de 400 páginas (os meus preferidos, e você nem percebe o quão rápido que consegue ler).
Comecei a leitura (e a compra) na ordem cronológica dos acontecimentos (e não na ordem de lançamento), e a Princesa Leal foi a escolhida. Eu nunca tive tanta simpatia pela Catarina de Aragão. Acredito que os filmes e a série The Tudors colaboraram nesse aspecto (se verificar a sinopse fala exatamente isso). Adorei a forma como a Phillipa retratou nossa rainha. Foi uma versão muito interessante e seria muito bom se a história tivesse seguido essa idéia. Mas o que eu queria mesmo era um final feliz. Apesar de já saber como que terminava a história (por mais que os autores acrescentem outros elementos, o fim das personagens dessa época basicamente são iguais a história em si).
Acompanhar a infância e determinação da pequena Catarina foi mágico. Eu realmente não a considerava importante. Quando assisti a série, não entendia o motivo dela ser relutante em dar o divórcio, e também o motivo de tamanha devoção pelo rei, seu marido. Agora entendo perfeitamente. Tudo que ela passou, a forma que ela foi criada, seu sangue, os acontecimentos em sua adolescência, o casamento com Artur, depois com Henrique. Cada ponto desse culminou para as atitudes da rainha no passado, presente e futuro. E também para sua filha, a futura rainha Mary I.
Você ri, chora, sofre, torce… ser mulher era ainda mais díficil naquela época, e principalmente ser uma mulher rainha da Inglaterra, esposa do temido Henrique VIII. O livro é envolvente e apaixonante, e não precisa necessariamente ser fã de História para virar fã da autora e do enredo. Na verdade é tudo tão espetacular que parece totalmente ficção. Não é para menos que a família Tudor é uma das mais (se não é a mais) citadas, escritas, filmadas etc. Os acontecimentos e personagens da corte Tudor possuem histórias para muito mais livros, séries e afins (sorte a minha e ruim para o meu bolso).
Uma pena eu não conseguir escrever uma resenha mais fiel a tudo que o livro me proporcionou. É um dos poucos que tenho vontade de reler logo, apesar de ter pouquissimo tempo que li.

Livro: Fade

Sinopse: Para Janie e Cabel a vida real está ficando cada vez mais difícil que os sonhos. Eles apenas querem conseguir algum tempo (mesmo que secreto) para ficarem juntos, mas a sorte não está ao lado deles. Coisas perturbadoras começam a acontecer na escola Fieldridge High, mesmo que ninguém queira comentar sobre o assunto. Quando Janie é sugada para dentro do violento pesadelo de uma colega o caso finalmente começa a ter pistas, mas nada acontece como o planejado. Nem de perto. Janie está perdendo o controle de sua vida, e o comportamento chocante de Cabel trás graves conseqüências para ambos.

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E praticamente de onde acabou o anterior chegamos a Fade. Apesar da minha crítica não tão positiva para Wake, estava sim ansiosa para ler o próximo, e não resisti quando o vi na internet. Apenas alguns dias depois, dei início a leitura. Demorei um pouco mais, pois estava lendo 2 livros ao mesmo tempo, mas do meio ao final Fade prende você e só te solta ao chegar na página final e com aquele gostinho de quero mais.

Senti que esse livro foi mais bem trabalhado. Teve menos cortes que o anterior, e claro que você já está acostumado com a forma como a história é contada. Também contribui para a significativa melhora o fato de termos mais da ‘capitã’, momentos mais ‘hot’ entre Cabel e Janie (rs rs rs) e a história de fundo mais interessante. Fato que minha mente voltada para séries de tv ficava imaginando algum tipo de reviravolta (o que não acontece), mas que não afeta o desenrolar da história. A descrição do momento que a Janie está drogada é super sinistro. Eu fiquei tensa na hora, querendo parar de ler com medo do que fosse acontecer e também com aquela ansiedade para ver tudo dando certo. A outra parte que merece um super destaque é do livro da senhora Stubin. Nada de otimismo, né? E eu achando que fosse demorar mais tempo para apresentar os sintomas sinistros dos ‘apanhadores de sonho’, que nada. Será que vamos acompanhar esses momementos lado a lado com Janie? Parte meu coração vê-la sofrendo. E as atitudes do Cabel são muito familiares para mim. Se eu fosse a Janie não teria tanta paciência (e realmente não tenho). O cara fica lá com os demônios dele, e em vez de FALAR se afasta. É muito irritante, e ele repete isso, sempre. Espero que acabe com isso, apesar do drama necessário ao livro, é de fazer chorar. E sim ele é super fofo e cuida dela e blá blá blá, mas não justifica ficar agindo dessa forma sempre que ele achar necessário (e ainda achando que está fazendo algum bem).

Não sei o que farei até disponibilizarem o próximo livro (e último!?). E também está na minha lista de desejados para minha humilde coleção de livros. Será que vão demorar muito a lançar no Brasil? E fecho falando que fiquei surpresa e aliviada com o livro 2. Super recomendado!


Livro: Wake

Sinopse: Por dezessete anos Janie vem sendo sugada para dentro dos sonhos de outras pessoas, e isso estava ficando cansativo. Especialmente os sonhos sobre quedas, nudismo, e sexo selvagem. Janie já havia visto fantasias o suficiente para o resto de sua vida. Ela não poderia contar para ninguém sobre o que ela podia fazer — Eles nunca acreditariam nela, ou pior, eles pensariam que ela era uma aberração. Então Janie vivia no limite, amaldiçoada com uma habilidade que não queria e não podia controlar.
Então ela é sugada para dentro de um pesadelo, que a apavora até os ossos. Pela primeira vez, Janie é mais do que uma espectadora da mente distorcida de outra pessoa. Ela é uma participante… COMPRE O LIVRO WAKE (SARAIVA.COM)

Confesso que a sinopse do livro é bem melhor que todo o livro em si. Méritos para quem deixou assim, pois irá alcançar um número de leitores bons para quem apenas conheceu essa parte.

Minha impressão inicial: Comecei e fiquei sem entender como afinal aconteciam o lance dos sonhos? Ah sou exigente também… fico querendo que o autor já faça a leitura ser o máximo desde a 1ª letra rs. E no momento certo o livro vai te conquistando. São textos, diálogos curtos, então a leitura rola tão tranquilamente e rápida. Jenie é cativante. E já chega ao ponto de você também se preocupar muito com ela. Imagine como não é viver assim? Coitada. Não sei qual é a do Cabel… e acredito que vá descobrir nas próximas páginas.. (ou não). Mas não sei se consigo gostar dele ou odiá-lo (por enquanto).

Minha impressão final: Ahhh eu adoro o Cabel.. sabia que tudo ia se resolver ah ah ah ah. Infelizmente o desenrolar da história foi fraquinho, né? (Espero que na hora de colocarem isso no filme façam algo mais surpreendente.) O livro tem seu charme e atrativos.. e para pessoas como eu que gostam desse tipo de ‘poderes’, acabo relevando certas coisas ah ah ah. Eu tive um problema com o livro ser muito curto, e a história passar uma sensação de estar cortada ou inacabada. Eu até consegui me perder em algum momento. Será que é de propósito? A edição que ficou comprometida? Já li tanto livro traduzido… mas sei lá. Esse foi original né.. Mas sem dúvida estou querendo aguardar o restante dos livros.. e ver o que a Jenie vai aprontar mais… espero que vá acontecendo um passar de anos, ela amadurecendo assim como Cabel, e com ela podendo ajudar em algo mais sério e intenso.

Eu li alguns comentários e a maioria também ficou decepcionada com o desenrolar da história. Eu nunca achei que era terror, mas algo mais misterioso e que fizesse mais nossa cabeça ficar martelando. Não é bem o que acontece, e é até juvenil demais para o meu gosto (apesar de gostar). Vou dar oportunidade para os demais livros, não custa nada, né?

Livro: A Ideologia Alemã


Sinopse

Em uma época de capitalismo explícito e globalização opressora e das novas ideologias que afirmam o fim da história e o fim das ideologias, nada mais esclarecedor do que uma volta a este clássico que nos ajudará a pensar e a refletir sobre o momento que estamos vivendo. COMPRE O LIVRO A IDEOLOGIA ALEMÃ (SARAIVA.COM)

Mais um que estava apenas acumulando poeira. Não lembro exatamente o motivo que fez eu comprá-lo (tirando talvez o fato de ser bem barato), mas já que foi feito, as opções são leia-o ou deixe-o. Estou optando pela primeira.
Não acho que estou qualificada para fazer uma resenha sobre esse tipo de livro, mas expressarei aqui os pensamentos que tive (é o que costumo fazer mesmo). Definitivamente não ‘é minha praia’. Não estou acostumada com o tipo de linguagem (é uma falha minha), não sei dizer ao certo se é comum ou se apenas faz parte da época (184X). O que acabou se tornando cansativa a leitura, porém o assunto é extremamente interessante. Se antes eu não saia das 2 primeiras páginas, fiz um grande progresso ao chegar ao fim em 2 dias (para mim demorei mais que o devido, pois o livro possui só 150 páginas).
Ele é bem repetitivo. É o mesmo argumento exemplificado de ‘n’ formas (daquilo que foi possível eu entender). E claro que possui diversas passagens diferentes também. Apresentam situações que faz você refletir. Sem dúvida, os anexos que fazem parte do livro, foram os mais interessantes para mim. Uma boa aula de história. A pincelada que é feita sobre a ‘origem’ das religiões, até mesmo permitiu que eu externasse algo que sempre pensei. E meu interesse em ler mais sobre o assunto multiplicou. Concluindo, dá margem para muitos debates (e teoricamente era o objetivo deles), e muita viagem na nossa cabecinha. Eu acho loucura ‘sadia’ da parte deles e de outros filósofos terem focado a vida deles nisso. E, como sempre, sofreram as consequências por isso. É admirável a coragem e a inteligência, são pessoas que estavam bem a frente de seu tempo, e não eram conformistas. Fizeram a parte deles. Mas como sempre falam para mim: “não será você agindo assim que irá mudar o mundo”.