Livro: Einstein, O Enigma do Universo

Sinopse: Este livro é uma abordagem filosófica da vida, das idéias e dos processos criativos do maior gênio científico do século XX. O leitor irá descobrir nesta biografia filosófica a luminosa afinidade que existe entre Matemática, Metafísica e a Filosofia Univérsica. Saberá como o Uno que permeia o Verso do Universo pode se relevar ao homem.

Autor: Humberto Rohden || Skoob || Compre
“A substituição da tradicional palavra latina crear pelo neologismo moderno criar é aceitável em nível cultura primária, (…) – mas não é aceitável em nível de cultura superior, porque deturpa o pensamento.
Crear é a minifestação da Essência em forma de existência. E criar é a transição de uma existência para outra existência. O Poder Infinito é o creador do Universo – um fazendeiro é um criador de gado.”

“Não existe nenhum caminho lógico para o descobrimento dessas leis elementares; o único caminho é o da intuição”

Este foi mais um escolhido para o desafio literário no mês das biogriafias. A minha escolha está relacionada a 2 fatores:
1) Nunca fui boa aluna de Física
2) A minha infinita curiosidade sobre tudo.. sabe aquele fase da criança que só faz perguntas de o por que disso e o por que daquilo? Eu sou assim, mas não sou mais criança e guardo os questionamentos para mim.

“Eu penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar – e eis que a verdade me é revelada”.

Desejava saber mais sobre o seu dia a dia. Afinal o que um homem com uma mente daquela fazia nos dias ‘normais’? Mas acaba mesclando vida e pensamentos dele sobre assuntos que geram reflexão demais. E que sempre fizeram o homem pensar desde que o mundo é mundo. Ciência.. Religião..Matemática.. Física…Mística. Eu não tenho cacife para falar sobre o que é abordado.

Eu aceito o mesmo Deus que  nosso grande Sponoza chama a alma do Universo, não creio em um Deus que se preocupe com nossas necessidades pessoais“.

“Se o homem se contentasse com um desenvolvimento razoável e com um conforto sadio, muito bem; mas nunca um ego humano pára no necessário, quer o supérfulo, quer um confortismo doentio, que cedo ou tarde acabará em confortite mortífera. Todas as nações poderosas morreram de confortite. Quando um homem põe termo à sua vida, à vista, é chamado suicida; mas, quando se mata em prestações, por um confortismo doentio, então é chamado de homem civilizado.”

Talvez pela edição do livro que escolhi… realmente não sei dizer se o original também é assim. Mas foi como persistir no que é impossível. Complexo demais para alguém como eu. Ok.. nem tudo está perdido. Mesmo em toda a imensidão e no grau de dificuldade da leitura, muita coisa chegou a ficar como aprendizado. Não que tenha lido e aprendido, foi mais subliminar. Só digo que estou boquiaberta. E fez expandir mais as possibilidades da minha mente e o desejo de saber mais.

“Ninguém se torna o que não é – mas o homem se torna atualmente, conscientemente, o que ele já é potenciamente, inconscientemente.”

“O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode querer o que quer(…)”

“A coisa mais bela que o homem pode experimentar é o mistério. É esta a emoção que está na raiz de toda ciência e arte. O homem que desconhece esse encanto, incapaz de sentir admiração e estupefação, esse já está, por assim dizer, morto, e tem os olhos extintos.”

Arte do livro / Capa e interior
Tempo de leitura / Narrativa
Objetivo / Impacto 

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